Conflitos E Crises Humanitárias De 2018 Atingem Em Cheio As Gurias

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Bombas, tiros, inexistência de comida, agressões. Brigas, conflitos e crises humanitá Síria, no Iraque, no Iêmen, pela Venezuela, em Bangladesh, além de outros mais- tiveram a amargurado distinção de atingir um grande número de crianças. Os pequenos são afetados não só diretamente pelas armas e bombardeios mas também pela desnutrição, na falta de cuidados bá úde e pela falta de escola e de rotina. A desnutrição é uma das principais ameaças à saúde das crianças em situações de conflito. Com brigas em curso, a competência dos adultos de trabalhar e de se movimentar fica prejudicada e as famílias ficam sem dinheiro; também começam a faltar suprimentos nas lojas. Com pouca comida disponível, as crianças entram em estado de desnutrição mais rá Tatiana Chiarella, 33, enfermeira paulista que trabalhou em missões da ONG Médicos Sem Fronteiras no Iraque e no Iêmen.


Daphnee Cook, porta-voz da operação da ONG Save the Children em Cox’s Bazaar, Bangladesh, onde se descobrem cerca de 655 mil pessoas da etnia rohingya, que fugiram após perseguição violenta em Mianmar. Novas doenças como pneumonia e diarreia também atingem os menores com nutrição inadequada. Surgem também as doenças transmissíveis como sarampo, meningite e difteria, ainda mais difíceis de controlar em locais como campos de refugiados, onde as pessoas se amontoam em condições precá



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A ausência de vacinação regular das crianças atrapalha –em locais como a Síria, ONGs exercem campanhas de vacinação contra doenças específicas, contudo não são capazes de manter as crianças com o calendá ção atualizado e completo. Nos campos de refugiados rohingya em Bangladesh, a Save the Children alerta para a promessa de um surto de difteria –até o meio de dezembro, 15 pessoas tinha morrido após contrair a doença. A organização começou em dezembro a vacinar crianças contra a doença nos campos de refugiados.


No Iêmen, uma epidemia de cólera já ão, de acordo com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. A difteria também voltou ao país, após vinte e cinco anos sem casos –35 pessoas já Muitas vezes sem universidade, interrompida devido aos conflitos, as crianças em situação de guerra também estão sujeitas a serem vítimas de balas perdidas e de acidentes ao brincar com minas terrestres e outros armamentos descartados. Em campos de refugiados, há


ço pra brincar; grupos de irmãos passeiam a esmo pelas ruas ou simplesmente ficam o tempo todo dentro de casa, diz Cook, da Save the Children. A organização construiu quarenta espaços próprios pros menores nos campos. Cook, da Save the Children, sobre o assunto os pequenos rohingya. Outro custo psicológico pras crianças que deixaram os locais de conflito para trá é ter que reviver a batalha por meio das redes sociais, em á


ídeos recebidos pelos pais, enviados por parentes e amigos que ficaram. Conflitos longos, como o da Síria, que já á exista um grupo de pequenos cidadãos que nunca conheceu uma realidade de paz. Rabelo. \“Vejo crianças que não sabem o que é brincar pela rodovia sem enxergar armas, sem enxergar tanques. Elas nasceram no combate e nunca conheceram nada diferente\“, complementa Chiarella.


O último ponto a se discursar é que existe dentro de nós bem como o ego. Ele, muitas vezes, quer tratar mais alto do que o nosso justificado eu, e acaba fazendo com que a gente se confunda em ligação ao que realmente nos vai trazer satisfação. O perigo disso tudo é que o ego quer a toda a hora mais.


Quer dizer, ele nunca vai te conceder a real felicidade porque você vai viver em pesquisa de alguma coisa e, quando conquistar, vai almejar algo superior e mais do que aquilo. A satisfação fugaz e momentânea que nós temos na verdade é proporcionada pelo ego e não está nem ao menos perto do que é a alegria de verdade. É como quando somos crianças e podemos muito um brinquedo e choramos, pedimos pros nossos pais comprá-lo. Dizemos que nossa vida não fará significado sem aquele brinquedo.


Nossos pais acabam comprando, ficamos felizes, até que lançam um brinquedo mais divertido, mais sofisticado, mais moderno, e aquele brinquedo que conseguimos de imediato não nos faz mais feliz. Por fim, sem demora nós podemos o último lançamento. O ego é essa moça gritando dentro da gente. Pra saber diferenciar o ego do eu justificado, é necessário se aprofundar um pouquinho mais, e isto será questão pra outro texto.


O mais respeitável é relembrar que a tua alegria está dentro de você e só você pode acessá-la. Não há nada de incorreto em utilizar a lei da atração para atingir coisas, entretanto, se você ainda não entendeu a silenciar o ego, se sonhe feliz. Somente se sinta feliz, sem associar esse sentimento a nada nem sequer a ninguém. Aí sim você vai trazer a felicidade verdadeira e, com ela, virão coisas que te trarão a alegria real e não o que os brinquedos que o ego grita pra você adquirir.


Quando um ponto aparecia pela tela, eles tinham de pressionar um botão. Desse tipo de teste, quanto mais o participante se vê absorvido na imagem, mais ele demora a apertar o botão. Isso permite aos pesquisadores achar como cada tipo de imagem afeta cada membro e traçar seu perfil. Ao compararem os resultados com o DNA dos voluntários, os pesquisadores descobriram um modelo. Os que tinham duas versões \“longas\” do gene eram os otimistas.


Os que tinham uma versão longa e outra curta do gene, ou duas versões curtas, eram os pessimistas. A busca brasileira envolveu 197 voluntários e usou testes genéticos em demonstrações de sangue. O geneticista João Ricardo de Oliveira, da Instituição Federal de Pernambuco, um dos pesquisadores do gene do otimismo: ele aplicou o teste em si mesmo.